Esta Matéria foi publicada no O Diário de Maringá, escrita pelo jornalista Wilame Prado.
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| Celia Aparecida Ricieri , foto Facebook |
Em Boletim de Ocorrências registrado ontem na 9ª Subdivisão Policial (SDP) de Maringá, Simoni Aparecida de Lira Ricieri pede investigações referentes à morte da tia, Célia Aparecida Ricieri, 66, ocorrida após ela ter iniciado um exame de tomografia na unidade centro do Laboratório São Camilo. Segundo o laboratório, a mulher sofreu uma parada cardíaca e foi encaminhada ainda com vida a um hospital.
Célia estaria bem de saúde e realizaria apenas exames de rotina. O sobrinho de Célia e marido de Simoni, Sérgio Ricardo Ricieri, exige esclarecimentos. Eles alegaram que não aplicaram nada na minha tia, que segundo eles, passou mal e morreu. Mas foram informações desencontradas, o médico responsável falou uma coisa e o técnico falou outra."
Célia foi sepultada na manhã de domingo, sem que a autópsia fosse realizada. "O parente que autorizou o sepultamento ficou apavorado porque disseram que demorariam 3 dias para se fazer a autópsia e mais 2 dias para liberar o corpo", contou Ricieri.
A advogada do laboratório, Ana Cláudia Bandeira, disse que Célia sofreu uma parada cardíaca antes da aplicação do contraste não iônico, produto ao qual ela seria alérgica, segundo familiares.
Célia teria tomado um antialérgico, já que, de acordo com Ana Cláudia, a equipe médica tinha conhecimento da alergia.
"No meio do exame, Célia começou a passar mal, disse que não estava bem e o médico interrompeu o procedimento antes de aplicar o contraste não iônico. Foi quando ela sofreu uma parada cardíaca. Quando foi encaminhada ao Samu, estava inconsciente, mas com sinais vitais presentes. O que ocorreu com ela depois que saiu do laboratório nós não podemos mais responder", disse Ana.
A polícia confirmou que vai investigar o caso.

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